Cada risca é uma camisola: as riscas desta coleção, da mais antiga à mais recente. Toca para abrir.
Sobre o país
O futebol angolano fala português com sotaque próprio: nasceu nas filiais coloniais dos grandes de Lisboa e do Porto, e foi de uma delas, o Sporting de Luanda, que saiu Fernando Peyroteo, até hoje o maior goleador da história da liga portuguesa. Com a independência veio o Girabola, em 1979, dominado pelo Petro de Luanda e pelo 1.º de Agosto, os clubes da petrolífera e do exército. As Palancas Negras tiveram o auge em 2006, com a única presença em Mundiais, caindo com honra diante do Portugal de Scolari, e em 2010 o país recebeu a CAN, aberta com um inacreditável 4-4 entre Angola e Mali em Luanda. E há Cabinda, o enclave do petróleo, onde até o Sporting local acabou rebatizado pela companhia que lhe paga as camisolas.