A Macron vestiu a alternativa de branco bretão: arminhos em relevo tom sobre tom nas costas e mangas, a heráldica da Bretanha cosida no próprio tecido, colarinho e punhos amarelos com filete verde, oito estrelas verdes na nuca e o lema On est Nantes na etiqueta interior. Ao peito, a Synergie, a empresa de trabalho temporário que acompanha o clube há décadas, e filetes verdes que só aparecem da cintura para baixo, como uma assinatura dita em voz baixa.
Serviu uma época de sobrevivência: 14.º lugar e três treinadores, com Aristouy despedido em novembro, Gourvennec de passagem e Kombouaré de volta em março para segurar o barco, com direito a uma Beaujoire vazia por castigo num Nantes-Lyon. Ano para esquecer, camisola para guardar.
Aqui no Hoopster os filetes tímidos desta peça valem por um lembrete: mesmo nos anos cinzentos, as riscas encontram sempre maneira de aparecer.