A Nike inspirou-se nos anos 90 do Fradi, mas o segredo está na contagem: são nove as riscas brancas na frente, uma piscadela ao IX bairro de Budapeste, o Ferencváros, o mesmo que se lê no emblema. A faixa larga do peito recebe o swoosh e o escudo, e o verde ao centro ficou para o T da Telekom.
O modelo serviu duas épocas. Em 2019/20 trouxe a estreia na fase de grupos da Liga Europa e o 31.º título húngaro, selado a 16 de junho de 2020 na época retomada da pandemia, o segundo seguido de Serhiy Rebrov. Em 2020/21, o mesmo desenho devolveu o clube à fase de grupos da Champions 25 anos depois, frente ao Barcelona de Messi e à Juventus de Ronaldo.
Aqui no Hoopster faz par com a 2017/18 e conta o capítulo em que o Fradi voltou a incomodar a Europa.