Ao segundo ano de Macron, o Fradi trocou as riscas verticais pelas horizontais, num aceno assumido aos anos 90 e aos modelos usados entre 2017 e 2019. As riscas finas sobem pelos ombros e mangas, a gola leva filete dourado, o T da Telekom veste-se de preto e a nuca recebe a bandeira húngara. Por dentro, na bainha das costas, repete-se um verso do hino: Fradi volt, Fradi lesz.
Foi a camisola do fim de uma era. Depois de sete títulos seguidos, a equipa de Robbie Keane cedeu o campeonato ao Győri ETO e respondeu com a 25.ª Taça da Hungria, somando ainda uma campanha europeia terminada nos oitavos da Liga Europa frente ao Braga.
Aqui no Hoopster fecha um trio com a 2017/18 e a 2019/20, e por ironia inspira-se precisamente na mais antiga das três.