Se a alternativa de 2024 foi a do namoro reatado com a Diadora, esta é a do casamento consumado. Em 2025, o Coritiba venceu o Amazonas em Manaus por 2-1 na última jornada e conquistou o terceiro título da Série B, tornando-se o maior vencedor da segunda divisão brasileira, com 68 pontos e a defesa menos batida da prova, 23 golos sofridos e 21 jogos sem sofrer, com o guarda-redes Morisco em destaque. A história tem camadas: o título ainda envolvia o rival Athletico na disputa à entrada da jornada final, e no banco estava Mozart, campeão pelo Coxa como jogador em 1999 e agora, 26 anos depois, na primeira taça nacional como treinador. Os dois rivais de Curitiba subiram juntos, devolvendo o Atletiba à Série A. Aqui no Hoopster, esta camisola fecha o par perfeito com a alternativa de 2024 que vive na mesma prateleira: uma conta a espera, a outra conta a festa, como as duas metades de qualquer coleção que se preze. E confirma uma lei antiga desta enciclopédia, já vista de Alvalade a Tallaght: quando as riscas verdes e brancas esperam, é porque vem aí título.