A Puma manteve o molde limpo dos anos bons: riscas certas, sem enfeites, de um clube que já não precisava de se apresentar a ninguém. É a camisola do eco do título, quando o Bursaspor aprendia a viver como ex-campeão num campeonato desenhado para os três de Istambul.
Ertuğrul Sağlam, o arquiteto de 2010, continuava no banco, e Pablo Batalla, o argentino que marcara o golo que abriu a tarde de 16 de maio, era o ídolo da Teksas e o cérebro da equipa, enquanto nos arredores crescia a futura Timsah Arena, o estádio com forma de crocodilo que abriria em 2015.
Aqui no Hoopster vale pelo que guarda: o tempo curto e precioso em que ser do Bursaspor era ser campeão.