Ao lado do emblema, esta camisola carrega um distintivo que só um clube português pode usar de cada vez: o escudo nacional das quinas, marca do campeão em título, que nas provas da UEFA substitui o patch dourado da Liga. Herança do bicampeonato de 2024/25, acompanhou o Sporting nas noites da Liga dos Campeões de 2025/26, e que noites foram: os leões atingiram pela primeira vez os quartos de final da prova na era moderna, a melhor campanha europeia da sua história. Com Rui Borges no comando e Luis Suárez, o colombiano chegado para o lugar de Gyökeres, a fechar a época com 38 golos, a equipa fez números de campeão, 82 pontos e apenas duas derrotas, e mesmo assim viu o título fugir para o Porto e a Taça escapar numa final impensável frente ao Torreense, o primeiro clube do segundo escalão a erguer o troféu. Uma época de recordes e de quase, resumida numa camisola que junta no mesmo peito a insígnia da última glória e os patches da caminhada europeia mais longa de sempre. Há épocas que não dão troféus e ficam na história na mesma. Esta camisola é a prova.
Aqui no Hoopster esta camisola veste um privilégio de um só: o escudo das quinas que apenas o campeão de Portugal leva para a Europa, nas noites em que o leão foi mais longe do que nunca na Champions moderna. Há distintivos que pesam mais do que patrocinadores.