Quando a dinamarquesa Hummel sucedeu à Le Coq Sportif em 1987, não inventou. Riscas verdes e brancas puras, escudo ao peito e apenas as setas típicas da marca ao longo dos braços a denunciar o fabricante. O modelo manteve-se igual nas três épocas do contrato, de 1987/88 a 1989/90, anos em que os patrocínios chegaram de vez às camisolas leoninas: primeiro a FNAC, depois a Nissan. Esta versão sem publicidade é a mais limpa de todas, e a equipa principal usou de facto camisolas assim no arranque de cada uma dessas épocas, sempre de mangas curtas. O colarinho com abas sugere tratar-se de uma réplica de época, das que o clube vendia aos sócios num tempo em que isso ainda era novidade. Em campo, foram anos de seca de troféus, com um segundo lugar em 1988/89 como melhor registo. Fora dele, ficou uma das camisolas mais elegantes que o Sporting alguma vez vestiu.
Aqui no Hoopster esta Hummel representa a pureza possível: riscas sem publicidade, setas nos braços e o leão por argumento único. Era assim que os sócios vestiam o clube antes de o peito virar montra.