Camisola alternativa da Costa do Marfim lançada pela Puma para o Mundial de 2010 na África do Sul, o primeiro em solo africano. Branca com riscas verdes de efeito pincelado e filetes laranja, como se tivesse sido pintada à mão, com o escudo do elefante e a estrela da CAN de 1992 ao peito, num dos ciclos mais celebrados da longa parceria da Puma com as seleções africanas.
Foi a camisola da geração dourada no auge: Drogba, que partiu o braço na véspera do torneio e jogou na mesma, de proteção posta, Yaya e Kolo Touré, Gervinho e Kalou, comandados por Eriksson num grupo da morte com Brasil e Portugal. Saíram invictos nos pontos possíveis e de cabeça erguida.
Aqui no Hoopster, é a peça pintada à mão do arquivo: uma obra de arte com uma geração inteira lá dentro.