Nas costas desta camisola está o apelido mais famoso do futebol africano, vestido por um americano ao serviço de um clube escocês. Timothy Weah, filho de George Weah, o único Bola de Ouro africano da história e à data Presidente da Libéria em funções, chegou a Glasgow em janeiro de 2019, cedido por um PSG onde Neymar e Mbappé não deixavam espaço a um miúdo de 18 anos. Marcou logo na estreia e mergulhou numa das épocas mais estranhas e vitoriosas da história recente do Celtic: Brendan Rodgers fugiu para o Leicester a meio de fevereiro, Neil Lennon regressou de urgência, e mesmo assim o clube fechou o treble treble, o terceiro pleno doméstico consecutivo, com o oitavo campeonato seguido e a Taça da Escócia. Os patches dourados de campeão nas mangas e a Dafabet ao peito, com a Magners promovida às costas, completam a farda dessa máquina de ganhar. Weah partiu em maio, seis meses e dois troféus depois, a caminho de Lille, da Juventus e das noites grandes. Esta camisola apanhou-o no princípio: um nome gigante num corpo ainda a crescer.
Aqui no Hoopster esta camisola junta improváveis: um americano com o apelido mais famoso de África, filho de um Presidente em funções, a marcar por um clube escocês a caminho do terceiro pleno seguido. As riscas têm destas geografias.